OS PROBLEMAS DO UBUNTU STÚDIO


ANOS E ANOS TENTANDO!

A primeira vez que tive um contato real com o Linux, foi através do Kurumin, uma distribuição baseada no Knoppix. Digo real porque foi a distro que realmente fiquei usando durante um bom tempo. Antes dele, cheguei a usar, por poucos dias, uma distro Linux de linha de comando, tal como o Ms-Dos. Na época eu queria um sistema operacional que fosse seguro, estável e fácil de utilizar e, que substitui-se o Windows, pois eu já estava cansado dos problemas que esse sistema dava constantemente. Mas para substituir realmente o Windows, o sistema que eu procurava deveria suprir minhas aspirações que era, usar o meu PC para a produção de multi-mídia; música, áudio e imagens.


KURUMIN

A época, se não me falha a memória, era 2007, e o Ubuntu Stúdio estava em sua primeira versão (7.04 – Feisty Fawn). Baixei uma ISO e instalei. Confesso que fiquei, ao mesmo tempo, maravilhado e decepcionado. Maravilhado pela quantidade de programas voltados a produção de conteúdo multi-mídia, decepcionado por não ser possível, naquele momento, encontrar material de estudos (tutoriais) para todos os programas ou, pelo menos, para os programas que me interessavam.

Assim, não podendo produzir como desejava no Kurumin, e não sabendo utilizar todos os recursos que o Ubuntu Stúdio me oferecia, voltei a usar novamente o Windows. Eu sabia usar programas como o Cakewalk Sonar, o Sony Vegas e o SoundForge, e no fundo, tinha a esperança que o Windows melhorasse com o tempo (isso nunca aconteceu). Decidi que voltaria a testar o Ubuntu Stúdio em outra oportunidade, esperando que a comunidade criasse material e fontes de consultas.

Voltei a usar o Ubuntu na sua versão 13.04 Raring Ringtail, lançada em 26 de Abril de 2013, passei pela versão 14.04 Trusty Tahr LTS lançada em Abril de 2014 e, última versão que instalei em meu PC, foi a 16.04 Xenial Xerus. Em Abril de 2016. Fiquei com a versão 16.04 até Outubro de 2017, tendo montado uma máquina Top de Linha para poder realizar meus trabalhos de músicas, imagens e vídeos.

Foi nessa época que começou a minha decepção com ele; frequentemente, nas atualizações por linha de comando, ele gerava conflitos em alguns repositórios, e alguns programas como Ardour e Kdenlive, simplesmente ficavam congelados ou até mesmo descarregavam da memória sem nenhum aviso, me fazendo perder horas e horas de trabalhos.


Não me restou outra opção, que não fosse abandona-lo, pois eu não quero e não vou perder tempo tentando resolver problemas do sistema operacional. Diga-se de passagem; produtores de conteúdo multi-mídia não querem ficar horas e horas a frente de seu PC, resolvendo problemas e procurando solução de má funcionamento de softwares e hardwares, mas sim utilizar esse tempo de forma construtiva e produtiva. Falo isso em nome de milhares e milhares de pessoas, que assim como eu, estão abandonando essa distribuição e migrando para outras distros linux e, alguns mais radicais (sou um desses radicais), voltando a usar Macintosh`s pois sabem os iMac`s fazem o que precisam. 

TESTANDO DISTRIBUIÇÕES PELO VIRTUALBOX.
Ainda não desisti de usar o GNU/Linux para trabalhar com multimídia, mas agora,
estou testando distribuições através do virtual box. Sei que na maquina virtual as aplicações ficam meio amarradas, mas se alguma distribuição passar pelos meus testes, será a escolhida para ser usada em meu home stúdio. Testei esses dias o Linux Mint 17.1.1 Mate, e ele funcionou perfeitamente no virtual box, rodou rápido e sem travamentos e o Ubuntu que também baixei para testar, continua com os mesmos BUG`s, cheguei a conclusão que a canonical conseguiu estragar um S.O que estava quase perfeito.







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